A relação entre emoção e alimentação

admin • 5 de novembro de 2019

A relação entre emoção e alimentação é discutida por médicos já há muitos anos e, em meio a pesquisas e debates, algumas opiniões e confirmações foram apresentadas.

Seja como for, é inegável dizer que não há relação entre esses dois fatores, sendo necessário apenas compreender a forma como ela se dá.

Porém, até mesmo essa discussão não é tão simples quanto parece: a harmonia estabelecida com a ingestão de comida tende a variar de pessoas para pessoa e, em geral, tem como base fatores emocionais para que seja delimitada.

Então, como é possível definir a relação entre emoção e alimentação?

Não é possível definir de forma concreta – e aplicável a todos – uma única maneira através da qual se relacione emoção e alimentação .

O que sabe, porém, é que a ajuda de um profissional que trabalhe com a mente, como um psicólogo ou psiquiatra, pode ser de grande ajuda ao levar em consideração a individualidade de cada paciente.

Em suma, o que se pode discutir hoje, com clareza, para que seja compreendida essa relação, é:

  • Obesidade e psicológico;
  • Dependência psicológica da comida;
  • Atitudes que auxiliam na identificação dessa dependência;
  • Tratamento que harmonize a relação entre emoção e alimentação.

Obesidade e psicológico

Dentre as comprovações que a área médica voltada para a obesidade trouxe para seus pacientes, está a que relaciona a obesidade com diversos transtornos psicológicos.

Depressão e ansiedade, por exemplo, são fatores que são comumente relacionados à obesidade.

Além disso, pode-se citar também o desenvolvimento de compulsões alimentares, que muitas vezes acabam levando, por si só, um indivíduo à obesidade.

Independentemente do motivo, pode-se citar a dependência psicológica da comida como um dos fatores que levam pessoas de todas as idades a desenvolver essa doença e buscar por ajuda médica.

Dependência psicológica da comida

A dependência psicológica da comida, conforme o próprio nome já diz, torna o paciente dependente da ingestão de alimentos para que haja uma satisfação passageira e minimizadora de sintomas desagradáveis.

Em geral, a ingestão de alimentos gordurosos e compostos por baixo volume nutricional e vitamínico é preferida em função de diversos fatores, como sua rápida resposta no organismo e da liberação de substâncias que seu cérebro entende como “prazerosas”.

A dependência alimentar não se diferencia muito da dependência alcoólica ou de drogas, muitas vezes sendo mais silenciosa do que essas opções justamente por ser algo que as pessoas fazem, comumente, todos os dias.

Você pode ficar semanas sem beber, mas não pode passar mais de algumas horas sem comer. É isso que faz com que muitas pessoas não consigam atingir a harmonia de que precisam entre o que consomem (em termos de quantidade) e o que realmente precisam.

Novamente, nessa hora, que envolve profundamente a discussão emoção e alimentação , é essencial que um psicológico forneça ajuda.

Atitudes que auxiliam na identificação dessa dependência

Uma vez que se sabe que a relação entre emoção e alimentação é a mesma que relaciona fatores psicológicos com a obesidade, é importante conferir os sinais de dependência alimentar que acometem a maioria das pessoas. Eles incluem:

  • O indivíduo faz questão de que sempre haja algo para comer guardado e, por isso, pode chegar a acumular grandes volumes de comida;
  • O indivíduo come tão rapidamente que mal chega a experimentar, de fato, o sabor da comida que está sendo ingerida;
  • A ingestão de alimentos é relacionada com prazer ou com algum tipo de recompensa, o que pode fazer com que cada ato de conquista diária seja relacionado a um alimento que será ingerido como “pagamento”;
  • O indivíduo prefere comer só do que em público, detestando a ideia de ter seus hábitos alimentares julgados ou evitando observar comportamentos saudáveis em terceiros;
  • O consumo alimentar é tão grande que o indivíduo só tende a parar quando realmente se sente cheio ou até mesmo chega a passar mal.

Os níveis de tolerância para cada um desses casos só podem ser definidos por um profissional.

Então, se você acredita que pode estar contando com um quadro de dependência alimentar – ou que pode vir a desenvolver um, busque um profissional que converse com você sobre a relação entre emoção e alimentação .

Tratamento que harmonize a relação entre emoção e alimentação

Ao buscar conversar com um profissional sobre a relação entre emoção e alimentação , é certo que você poderá contar com algum tipo de tratamento – ainda que somente ele possa definir qual será o tratamento mais adequado para você.

Por isso, se você se identificou com algum dos sintomas acima ou tem sofrido com a obesidade e deseja saber como se livrar desse e dos quadros adjacentes ligados a ela, não deixe de buscar por ajuda profissional nos mais diversos campos.

A emoção e alimentação é abordada especialmente pelo psicólogo ou psiquiatra, mas um endocrinologista, um nutrólogo, um nutricionista e demais médicos afins podem vir a ajudar você.

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O protocolo trata a causa metabólica da diabetes, com avaliação individual completa antes de qualquer indicação, acompanhamento multidisciplinar durante e depois do procedimento, e o objetivo declarado de reduzir ou eliminar a dependência de medicação contínua , sempre respeitando o que é possível para o histórico e o quadro clínico de cada paciente. É um tratamento com início, meio e fim, o que muda a lógica de quem está acostumado a renovar receita todo mês sem data para parar. E quem já usou Ozempic ou Mounjaro para a diabetes? Muitos pacientes com diabetes tipo 2 usam canetas emagrecedoras como semaglutida (Ozempic) ou tirzepatida (Mounjaro) como parte do tratamento medicamentoso. Essas medicações ajudam a controlar a glicemia e reduzem peso enquanto estão em uso , mas seguem a mesma lógica do controle contínuo: quando o tratamento para, o efeito também para, e o reganho de peso costuma vir junto , muitas vezes acompanhado da piora da glicemia. (Ver artigo "Reganho de Peso Depois da Caneta Emagrecedora". ) Ter usado GLP-1 antes não impede a avaliação para o Protocolo de Reversão Metabólica. Pelo contrário, esse histórico ajuda o Dr. Marcelo a entender como o corpo do paciente respondeu ao tratamento hormonal e a estimar melhor o potencial de remissão pela via metabólica. Quem já sentiu efeitos colaterais da medicação (ver artigo "Efeitos Colaterais da Caneta Emagrecedora" ) ou já passou pelo ciclo de melhora seguida de reganho tem, nesse ponto, um motivo a mais para considerar uma alternativa com resultado definitivo. 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Pode ser avaliado, mas o tempo de uso de insulina é um dos fatores que influenciam a chance de remissão. Quanto antes a avaliação acontece, maior costuma ser o potencial de resultado, o que não significa que pacientes com uso mais longo de insulina estejam automaticamente fora da possibilidade de tratamento. Quem já usou Ozempic ou Mounjaro pode ser avaliado para o Protocolo de Reversão Metabólica? Sim. Ter usado GLP-1 anteriormente não impede a avaliação e ajuda o médico a entender melhor o histórico metabólico do paciente antes de indicar o tratamento mais adequado. Quanto tempo leva para a diabetes entrar em remissão depois da cirurgia metabólica? Em muitos pacientes, a melhora na glicemia começa dias ou semanas após o procedimento, antes mesmo de uma perda de peso relevante, porque a cirurgia age diretamente nos hormônios que regulam açúcar no sangue. Quer saber se você tem chance de remissão? Se você tem diabetes tipo 2, já tenta controlar a doença há anos e quer entender se o seu caso tem potencial de remissão, o primeiro passo é uma avaliação individual com quem trata esse tipo de caso todos os dias.
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