Quilos Mortais aborda o tratamento da obesidade e cirurgia bariátrica

admin • 21 de janeiro de 2022

Muito se fala sobre ter uma vida equilibrada, cheia de saúde,  com hábitos saudáveis que te levam a resultados excelentes. Para muita gente parece que em um passe de mágica as coisas simplesmente acontecem, elas mudam suas vidas, tornam-se mais ativas e constroem hábitos mais saudáveis.

No programa Quilos Mortais , que estreou recentemente na Rede Record , vemos inúmeros pacientes que têm a tendência de manipular suas próprias condutas de vida, procrastinando suas ações e tornando-se pessoas extremamente vulneráveis quando o assunto é sua saúde física.

Com a pandemia do Coronavírus 2020 a preocupação sobre o ganho excessivo de peso ficou ainda maior. Com o isolamento social, as pessoas se voltaram a hábitos nocivos à saúde, desequilibrando suas vidas, tornando-se praticamente reféns do tal isolamento.

Fast-food, falta de atividade física, desequilíbrio da rotina, isolamento social, procrastinação. Esses são alguns dos fatores que tornaram jovens, adultos, idosos e crianças a perderem o controle de suas próprias vidas.

Neste artigo vamos lhe apresentar pontos cruciais sobre o tema do ganho excessivo de peso, como isso pode afetar drasticamente sua vida e como se livrar do peso que atrapalha sua vida.

Procedimento eletivo na saúde pública e privada

Recentemente, a cirurgia bariátrica foi classificada como um procedimento eletivo essencial pelo Ministério da Saúde, devendo ser priorizada tanto na saúde pública como na rede privada.

Tornar-se uma pessoa obesa não é algo que as pessoas desejam. Obesidade é uma doença e as causas desse ganho excessivo de peso estão relacionadas a  questões comportamentais, metabólicas, hormonais, psicológicas, genéticas e da incapacidade do indivíduo de controlar todos estes fatores.

A obesidade pode ser dividida em alguns níveis, que é calculada de acordo com o índice de massa corpórea (IMC) do indivíduo. O cálculo é feito através do peso dividido pela altura ao quadrado, classificando-a da seguinte forma:

  • IMC entre 25,0 e 29,9 Kg/m2: sobrepeso;
  • IMC entre 30,0 e 34,9 Kg/m2: obesidade grau I;
  • IMC entre 35,0 e 39,9 Kg/m2: obesidade grau II;
  • IMC maior do que 40,0 Kg/m2: obesidade grau III.

Quilos mortais: os principais  “erros”  de pacientes superobesos

Pacientes que são considerados obesos geralmente apresentam alguns pontos em comum, e são eles:

  • Dificuldade em seguir tratamentos adotados pelos médicos;
  • Rede de apoio como facilitadora;
  • Problemas psicológicos, sociais, familiares
  • Falta de foco, disciplina, atitude e até dificuldade para realizar atividades  do cotidiano, devido o excesso de peso

A cada ponto trazido é preciso deixar claro que cada paciente tem sua particularidade, e tendem a ser de maior ou menor grau.

Como o programa já tem mostrado, pessoas portadoras dessa doença precisam ser acompanhadas, não somente com dietas e mudanças de hábitos, mas com tratamentos específicos, com profissionais da área da psicologia , endocrinologia, cirurgia bariátrica e fisioterapia, por exemplo.

Dificuldade em seguir os critérios adotados pelos médicos

Adotar uma nova diretriz pode ser uma tarefa bem difícil quando falamos de pessoas que vivem anos a fio com hábitos nada saudáveis.

Um acompanhamento especializado é primordial para fazer com que o paciente se sinta preparado para enfrentar todos os obstáculos e amparado com pessoas que se importam com sua saúde, não só física, mas também mental.

Não é fácil mudar um estilo de vida, mas é necessário entender o que esse estilo de vida atual, tem trazido enormes problemas para a própria saúde.

Rede de apoio VS . Facilitadores

É evidente em cada episódio do programa, e mais comum do que imaginamos, que um dos principais maus dentro das famílias de pessoas obesas são as redes de apoio como facilitadoras de alimentação fora do recomendado.

Ter pessoas com quem possam contar é essencial no tratamento da obesidade, em seu progresso e para obter resultados satisfatórios.

Muito mais que ajudar a se alimentar melhor, a rede de apoio precisa entender que o paciente obeso precisa de atenção, respeito, tratamento e acompanhamento constante.

Se o paciente precisa dar início a uma dieta regrada com calorias baixas, por exemplo, a rede de apoio – como o próprio nome já diz – precisa ajudar esse indivíduo a seguir. Uma dica é fazer com que todos se mantenham em um mesmo nível de reeducação alimentar.

Problemas psicológicos: tratando o alicerce

Muitas pessoas passam por traumas em suas vidas e acabam descontando suas frustrações e medos em uma alimentação desregrada.

Para controlar esse hábito, é necessário procurar profissionais especializados e entender como eles podem ajudar no controle dos sentimentos e comportamentos.

Não somente controlar, mas trabalhar para que o paciente se sinta mais seguro e confiante nas suas questões pessoais, sendo capaz de tomar decisões assertivas e bem-sucedidas.

Todas as pessoas têm problemas, e cabe a cada um saber quando é preciso pedir ajuda para obter uma saúde melhor. 

Falta de foco

Todo mundo deseja conquistar seus objetivos, mas a falta de foco atrapalha qualquer ação inicial que se tomará.

Para planejar e ter a capacidade de seguir as ações é preciso ter muita disciplina e execução.

Não é fácil mudar. Não é fácil entender que comportamentos precisam ser deixados de lado e novas ações precisam ganhar espaço.

Se o paciente precisa fazer uma dieta com poucas calorias ou uma cirurgia,  por exemplo, é necessário entender que este ato está contribuindo para redução de peso e melhora da obesidade ou sobrepeso.

Se é recomendado fazer atividade física e um dia o céu está nublado, é preciso adaptar a sua malhação para um ambiente que seja confortável, sem deixar de fazer o que é preciso fazer.

A mudança está em você!

Todo mundo é capaz de mudar. As pessoas podem optar por dois caminhos: o primeiro em continuar sendo exatamente como são, vivendo a vida que têm; ou optarem por um segundo caminho, cheio de mudanças, novas projeções, prosperidade, mais saúde, transformando hábitos nocivos em hábitos saudáveis.

E para que a mudança possa acontecer, iniciando na melhoria da saúde física e mental, a Obesicenter conta com uma equipe multidisciplinar atuando no tratamento do sobrepeso, obesidade e doenças metabólicas associadas ao excesso de peso, com um robusto corpo clínico qualificado com mais de uma década de experiência.

Tudo isso para fazer com que os pacientes superobesos ou não, se tornem saudáveis e aptos para serem aprovados para a cirurgia bariátrica .

Se você está passando por isso ou conhece alguém que precise de ajuda quanto ao ganho excessivo de peso, agende um atendimento especializado clicando aqui .

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Bariátrica Acessível

Para você que deseja realizar a Cirurgia Bariátrica, de maneira particular, a Obesicenter desenvolveu um projeto de novas parcerias com hospitais e empresas de materiais hospitalares possibilitando a redução de custo da cirurgia.

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O que é remissão de diabetes tipo 2 Remissão de diabetes tipo 2 é o estado em que a glicemia em jejum e a hemoglobina glicada permanecem dentro da faixa normal por um período sustentado, sem uso de insulina ou de medicação hipoglicemiante. O paciente para de precisar do remédio para manter os números em ordem, porque o mecanismo metabólico que causava a doença foi corrigido, não apenas mascarado . Isso é diferente de controle , que é o resultado mais comum do tratamento convencional: os números ficam bons enquanto o paciente toma o remédio certo, na hora certa, todos os dias. No momento em que a medicação para, a glicemia volta a subir, porque a causa metabólica continua ali. A remissão também é diferente de cura . A predisposição metabólica que levou à diabetes não desaparece, e por isso o acompanhamento médico continua sendo necessário. Mas o paciente deixa de depender de picar o dedo, de aplicar insulina e de ajustar dose de remédio para viver dentro da normalidade. Por que o tratamento convencional raramente chega à remissão O tratamento padrão de diabetes tipo 2, com metformina, outros hipoglicemiantes orais e, em estágios mais avançados, insulina, foi desenhado para controlar a glicemia enquanto a doença avança. Ele reduz o açúcar no sangue, mas não reverte a resistência à insulina nem a disfunção das células do pâncreas que estão na origem do problema. Com o tempo, é comum que a dose precise aumentar, que novos remédios sejam somados aos antigos e que a insulina injetável entre no tratamento. O paciente segue tudo certo e, mesmo assim, vê a doença progredir, porque o remédio trata o sintoma, não a causa . Isso explica por que tanta gente com diabetes tipo 2 vive anos, às vezes décadas, no mesmo ciclo: exame, ajuste de dose, novo exame, novo ajuste. E por que a notícia de que existe um caminho para sair desse ciclo costuma ser recebida com desconfiança antes de ser recebida com esperança. O que a ciência mostra sobre remissão via cirurgia metabólica A cirurgia bariátrica e metabólica é hoje o tratamento com a maior taxa de remissão de diabetes tipo 2 documentada na literatura médica, especialmente para pacientes com obesidade associada à doença. Estudos de acompanhamento de longo prazo mostram remissão em uma parcela expressiva dos pacientes operados , com resultado mantido por anos após o procedimento, algo muito acima do que qualquer combinação de medicação isolada costuma alcançar. Sociedades médicas internacionais, como a American Diabetes Association (ADA), já incluem a cirurgia metabólica como opção formal de tratamento para diabetes tipo 2 em pacientes elegíveis, e não apenas como tratamento de obesidade . O motivo é fisiológico: o procedimento altera a forma como o intestino se comunica com o pâncreas e com os hormônios que regulam açúcar no sangue e apetite, muitas vezes gerando melhora na produção e na sensibilidade à insulina em dias ou semanas, bem antes de qualquer perda de peso relevante acontecer. É uma ação direta na causa metabólica da doença, não apenas no sintoma. Quem tem mais chance de alcançar a remissão Nem todo paciente com diabetes tipo 2 tem o mesmo potencial de remissão , e essa é uma informação importante para não criar expectativa fora da realidade clínica. De forma geral, a literatura aponta maior chance de remissão em quem tem: Menos tempo de diagnóstico da diabetes Ainda produz uma quantidade razoável de insulina própria Usa menos tempo de insulina injetável ou ainda não iniciou o uso IMC compatível com os critérios de indicação de cirurgia metabólica Isso não significa que quem tem diabetes há mais tempo ou já usa insulina esteja fora de qualquer possibilidade de tratamento. Significa que a avaliação precisa ser individual , feita por quem entende tanto de diabetes quanto de cirurgia metabólica , para dizer com honestidade o que é realista em cada caso. O Protocolo de Reversão Metabólica O Dr. Marcelo, especialista em cirurgia bariátrica e metabólica com mais de 7.000 pacientes tratados, desenvolveu o Protocolo de Reversão Metabólica para pacientes com diabetes tipo 2 que já tentaram o caminho do remédio e querem entender se têm um caminho de remissão disponível. O protocolo trata a causa metabólica da diabetes, com avaliação individual completa antes de qualquer indicação, acompanhamento multidisciplinar durante e depois do procedimento, e o objetivo declarado de reduzir ou eliminar a dependência de medicação contínua , sempre respeitando o que é possível para o histórico e o quadro clínico de cada paciente. É um tratamento com início, meio e fim, o que muda a lógica de quem está acostumado a renovar receita todo mês sem data para parar. E quem já usou Ozempic ou Mounjaro para a diabetes? Muitos pacientes com diabetes tipo 2 usam canetas emagrecedoras como semaglutida (Ozempic) ou tirzepatida (Mounjaro) como parte do tratamento medicamentoso. Essas medicações ajudam a controlar a glicemia e reduzem peso enquanto estão em uso , mas seguem a mesma lógica do controle contínuo: quando o tratamento para, o efeito também para, e o reganho de peso costuma vir junto , muitas vezes acompanhado da piora da glicemia. (Ver artigo "Reganho de Peso Depois da Caneta Emagrecedora". ) Ter usado GLP-1 antes não impede a avaliação para o Protocolo de Reversão Metabólica. Pelo contrário, esse histórico ajuda o Dr. Marcelo a entender como o corpo do paciente respondeu ao tratamento hormonal e a estimar melhor o potencial de remissão pela via metabólica. Quem já sentiu efeitos colaterais da medicação (ver artigo "Efeitos Colaterais da Caneta Emagrecedora" ) ou já passou pelo ciclo de melhora seguida de reganho tem, nesse ponto, um motivo a mais para considerar uma alternativa com resultado definitivo. O que muda no dia a dia depois da remissão Para quem vive a rotina de diabetes há anos, a remissão tem um efeito prático que vai além do exame de sangue: Parar de picar o dedo todos os dias Deixar de aplicar insulina, quando o quadro permite Reduzir o medo de complicações como problemas renais, na visão e nas extremidades Comer em família sem o cálculo constante de carboidrato e dose Reverter, em muitos casos, sintomas associados como a queda de sensibilidade nas extremidades e a disfunção erétil ligada ao descontrole glicêmico Nenhum desses pontos é garantido para todos os pacientes, e por isso a avaliação individual é o primeiro passo, não a decisão final. Perguntas frequentes sobre remissão de diabetes tipo 2 Diabetes tipo 2 tem cura? Não da forma como se entende cura para uma infecção, por exemplo. O termo correto usado pela medicina é remissão: o paciente mantém a glicemia normal sem remédio, mas a predisposição metabólica continua existindo, e por isso o acompanhamento médico segue necessário. Qual a diferença entre controlar e reverter a diabetes tipo 2? Controlar é manter a glicemia estável enquanto se toma o remédio todos os dias. Reverter, ou entrar em remissão, é manter a glicemia normal sem depender da medicação, porque a causa metabólica da doença foi tratada, não só o sintoma. A cirurgia bariátrica cura a diabetes tipo 2? A cirurgia metabólica é hoje o tratamento com a maior taxa de remissão de diabetes tipo 2 documentada, especialmente em pacientes com obesidade associada. O resultado varia de paciente para paciente e depende de fatores como tempo de diagnóstico e uso prévio de insulina, por isso a indicação exige avaliação individual. Quem já usa insulina pode buscar a remissão da diabetes? Pode ser avaliado, mas o tempo de uso de insulina é um dos fatores que influenciam a chance de remissão. Quanto antes a avaliação acontece, maior costuma ser o potencial de resultado, o que não significa que pacientes com uso mais longo de insulina estejam automaticamente fora da possibilidade de tratamento. Quem já usou Ozempic ou Mounjaro pode ser avaliado para o Protocolo de Reversão Metabólica? Sim. Ter usado GLP-1 anteriormente não impede a avaliação e ajuda o médico a entender melhor o histórico metabólico do paciente antes de indicar o tratamento mais adequado. Quanto tempo leva para a diabetes entrar em remissão depois da cirurgia metabólica? Em muitos pacientes, a melhora na glicemia começa dias ou semanas após o procedimento, antes mesmo de uma perda de peso relevante, porque a cirurgia age diretamente nos hormônios que regulam açúcar no sangue. Quer saber se você tem chance de remissão? Se você tem diabetes tipo 2, já tenta controlar a doença há anos e quer entender se o seu caso tem potencial de remissão, o primeiro passo é uma avaliação individual com quem trata esse tipo de caso todos os dias.
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